Tipos de sensores de alarme: qual o ideal para cada ambiente
Cada tipo de sensor cobre um tipo de risco diferente — um bom projeto combina mais de um.
Um sistema de alarme eficiente raramente depende de um único tipo de sensor. O projeto combina diferentes tecnologias conforme o ponto de risco de cada ambiente. Veja os principais tipos e para que servem.
Sensor de movimento (infravermelho passivo)
Detecta variação de temperatura e movimento dentro do seu campo de alcance, geralmente usado em ambientes internos como salas, corredores e áreas de circulação. É o tipo mais comum em projetos residenciais, por cobrir uma área ampla com um único ponto de instalação.
Sensor magnético (abertura de portas e janelas)
Formado por duas peças — uma na porta/janela e outra no batente — que se comunicam por magnetismo. Quando a porta ou janela abre, o circuito é rompido e o sensor dispara. É essencial em pontos de entrada, já que detecta a tentativa de acesso antes mesmo de haver movimento dentro do imóvel.
Sensor de quebra de vidro
Usa detecção acústica para identificar a frequência sonora específica do vidro se quebrando, diferenciando esse som de ruídos comuns do ambiente. É indicado para janelas e vitrines, especialmente em comércios com grandes vãos de vidro.
Sensor perimetral
Protege a linha externa do imóvel — muros, cercas, área externa — antes mesmo do invasor alcançar a edificação. Pode usar barreiras de infravermelho, cabo microfônico ou sensores de vibração, e é mais comum em projetos empresariais, industriais e residências com terrenos amplos.
Como um projeto combina os sensores
Em vez de escolher apenas um tipo, o ideal é que a análise técnica do imóvel indique a combinação certa: sensores magnéticos em todas as entradas, sensores de movimento nos ambientes internos de maior circulação, e sensores perimetrais ou de quebra de vidro onde o risco justificar. Isso evita tanto pontos cegos quanto excesso de equipamento em áreas de baixo risco.
Como a 33 Alarme define os sensores do seu projeto
A equipe técnica avalia o imóvel presencialmente, identifica os pontos vulneráveis e dimensiona os sensores necessários — sem empurrar equipamento além do que o imóvel realmente precisa.
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